terça-feira, 6 de setembro de 2016

A geração conectada

Somos a geração dos ultra-conectados

A tecnologia é boa mas pode ser usada para o mal por isso precisamos ter prudência, discernimento e sabedoria para não fazermos uso da tecnologia para o mal.
Todas as pessoas de algum modo acha a tecnologia  útil e de fato é útil mesmo mas que Deus te ajude e me ajude a fazermos bons usos da tecnologiase e que Deus te ajude e me ajude a rejeitarmos todo mal e toda a aparência do mal.
Crianças, adolescentes, adultos, idosos em fim todos nós precisamos de fato rejeitar qualquer coisa da internet e das redes sociais que possa nos fazer pecar.
Que Deus te ajude e me ajude a vivermos em santidade.
A Internet é útil para por exemplo pregação do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
Que Deus nos ajude a vivermos de acordo com a sua vontade.
A maioria das pessoas está cada dia mais acostumada a ficar dia e noite de olhos fixos nas telas dos smartphones. O jeito de se comunicar vem sofrendo mudanças drásticas, afetando desde as reuniões familiares às convenções sociais. Pode ser na mesa de jantar em casa(isso quando a família ainda consegue se reunir para as refeições) ou na mesa de um restaurante, as pessoas envolvidas dividem seu tempo entre a conversa entre os presentes e seus contatos virtuais, por meio das mídias sociais.
Muitos  dos usuários de celulares verifica seus telefones pelo menos uma vez a cada hora e deixa o aparelho próximo da cama enquanto dorme. Somos a geração dos ultra-conectados. 
Muitas pessoas  não prestam atenção em uma conversa na vida real por estar a olhar para o telefone celular e por ver as mensagens on-line em redes sociais.
O cristão pode, e deve, fazer uso da tecnologia como uma ferramenta positiva, seja em seus relacionamentos interpessoais, seja na evangelização. Compartilhar mensagens bíblicas, notícias relevantes e debates inter-religiosos, são coisas que fazem parte do dia a dia de muitos cristãos. Promover eventos e programar encontros, ou até mesmo vender aqueles produtos que ajudam a pagar as contas no final do mês.
Porém existem alguns perigos nessa avalanche de informações que enchem nossa timeline todos os dias. O que antes eram apenas conversa entre amigos, agora se torna algo público e pode alcançar milhões de pessoas em apenas alguns cliques. Portanto, uma opinião formulada em um momento de infelicidade, pode causar repercussões estratosféricas. Que o digam algumas personalidades, artistas e políticos cristãos que vivem em meio a polêmicas nas mídias sociais.

Foto, foto, foto e mais foto... Que Deus nos ajude a não vermos o que é impuro na Internet

Vivemos a era das selfies, tem selfie na hora do louvor, na hora da pregação e, até, na hora da oração. Tem selfie na hora da comida, em frente ao espelho, no passeio com os amigos, dentro do carro. Algumas pessoas ganham milhares de seguidores apenas postando fotos de si mesmo, todos os dias. Isso alimenta a necessidade de fazer sempre uma foto melhor para ganhar maislikes que a última. As vezes a necessidade de aparecer dá lugar à apelação.
Que Deus nos proteja e que Deus nos livre dos perigos da internet.
Que Deus nos livre de todo mal.
É claro que bons momentos devem ser preservados e suas lembranças armazenadas, mas não devemos ceder à vaidade excessiva, se existe uma necessidade dentro de nós de postar, postar, postar, isso já é um alerta. Devemos ligar nosso sensor espiritual contra o pecado.
Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade. Eclesiastes 1:2
Não confie, pois, na vaidade, enganando-se a si mesmo, porque a vaidade será a sua recompensa. Jó 15:31

Que Deus nos ajude a tomarmos cuidados com o que  postamos e com o que vemos na Internet

Que Deus nos afaste de todo mal e que Deus nos conceda força, fortaleza e graça para não cedermos as tentações.
Que Deus nos santifique porque precisamos mais de santidade.
Tem pessoas que comete suicídio após ser vítima de chantagem por ter postado fotos íntimas em bate-papo virtual com amigos de escola por exemplo. Qualquer atitude sem pensar pode ter consequências terríveis. Que Deus me ajude e te ajude a não tomarmos quaisquer atitudes sem pensar.
Infelizmente, até entre jovens cristãos atitudes erradas vem acontecendo, em tempos de tecnologia avançada. Que Deus te ajude e me ajude também a não nos deixarmos seduzir por pessoas mal intencionadas querendo explorar a nossa fragilidade com palavras afáveis, mas cheias de veneno.
Que Deus te ajude e me ajude a não caiarmos no truque do “ninguém vai ficar sabendo“, “não vou postar é só uma lembrança“, "não tem nada de mais"... 
Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro. Provérbios 22:1
Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo. 1 Timóteo 3:7
Que Deus nos ajude para que nós não nos deixemos ser levados a fazer o que é mal na Internet.

Que Deus nos ajude a sermos puros de coração 

Quer perder amigos facilmente, comece a postar sobre suas posições políticas. Essa tem sido a tônica nas redes sociais nos últimos tempos. Uma avalanche de publicações política, algumas bem agressivas, são compartilhadas todos os dias. Muitas dessas publicações são até mentirosas, sem uma fonte fidedigna e lá estão os irmãos se envolvendo em polêmicas uns com os outros. Daí começão as dissenções, que vão além do debate de opiniões, culminando até com o fim de algumas amizades promissoras.
Antes de compartilhar, verifique a fonte da notícia. Leia com a tenção a notícia e reflita se você realmente concorda com ela e se deve realmente compartilhar. Pensa nas consequências, avalie os riscos, pois mesmo que você se arrependa e apague, existe o print que vai eternizar sua publicação.
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna. Mateus 5:37
Que Deus nos ajude a não compartilharmos, na Internet, o que não é bom.

Que Deus nos livre de todo mal e que Deus nos proteja

É muito bom ter amigos e muito gratificante ter o trabalho reconhecido. Estar em evidência tem seus benefícios, mas também nos trás muitas responsabilidades. Nós, “… que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas(Hebreus 12:1-1)”, já somente pelo fato de sermos cristãos, quando estamos em evidência somos vistos como o próprio Cristo, não apenas como um ser humano, uma pessoa.
Deus é a nossa ajuda. A Internet é boa mas na Internet tem muitos perigos de todos os tipos e níveis.
Que Deus nos ajude a buscarmos a sua presença através da oração cada vez mais.
Que Deus nos ajude a sermos servos cada vez mais puros Dele sempre e que que Deus nos faça felizes.
Todas as nossas ações terão efeitos de modo que seja evidenciado que foi O CRISTÃO que fez isso ou aquilo. Quem nunca ouviu a frase “… pra ser crente desse jeito“? Essa é a desculpa clássica de alguns que rejeitam a Cristo por causa do testemunho de alguns.
Deus é a nossa proteção e nossa paz e nossa salvação.
Por isso devemos saber que quanto maior a fama, maior deve ser a vigilância. Quanto mais seguidores tivermos, mas devemos ter prudência com o que publicamos, compartilhamos e a opinião que expomos ao público.
A sabedoria do prudente é entender o seu caminho, mas a estultícia dos insensatos é engano.Provérbios 14:8
O simples dá crédito a cada palavra, mas o prudente atenta para os seus passos. Provérbios 14:15

Que Deus nos ajude na caminhada cristã até chegarmos ao Céu.
Glória a Deus!

segunda-feira, 11 de julho de 2016



*ESTAMOS VIVENDO HOJE SINAIS DO FIM DOS TEMPOS*

A violência tem aumentado exponencialmente na Terra de modo inovador.

E a grande novidade é o surgimento do terrorismo de modo inusitado e a falta de temor das pessoas de causar a sua própria explosão.
Os terroristas do estado islâmico não tem medo de se explodir.

*Isso é algo inovador no mundo não ter medo da autoexplosão ou seja explodir a si próprio e com isso explodir outras pessoas juntamente.*

O surgimento do terrorismo inovador no mundo mais falta de temor da autoexplosão prova que a violência passou de todos os limites na geração em que vivemos.
Os terroristas não tem medo mais de tirar a própria vida com explosão de si mesmo e isso faz da nossa geração a que possívelmente ser a última geração da face da Terra.
Na Terra a insegurança é alarmante e risco de alguém ser explodido pode acontecer a qualquer momento e em qualquer lugar na Terra.

*Terrorismo inovador + autoexplosão faz da geração presente uma geração sem igual na história da raça humana.*

*Terrorismo inovador incluí terroristas explodir aeroporto para matar quantas pessoas puderem e explodir pessoas em grandes eventos ao ar livre onde há grande concentração de pessoas.

O Islamismo definitivamente não é uma religião de paz.
O Islamismo tem ensinamentos e doutrinas radicais extremistas.
No Islamismo tem lei da sharia e tem lei de morte aos infiéis, tudo está no Alcorão. O Islamismo prega perseguição aos infiéis ao Alcorão. Então, definitivamente o islamismo não é uma religião de paz.

Em geral, programas para crianças pequenas apresentam algo de educativo, pois nessa fase estão se formando os valores. Recentemente, uma emissora de TV palestina ligada ao Fatah exibiu desenhos animados inspirado no Alcorão. A produção egípcia mostra como os judeus se aliaram ao diabo para lutar contra o profeta muçulmano Maomé logo que o islamismo surgiu.
Em tempos onde todo comentário crítico às práticas dos muçulmanos é classificado como “islamofobia”, o Fatah – partido político que comanda a Autoridade Palestina – não tem o mínimo pudor em ensinar o antissemitismo às crianças.
A ONG Palestinian Media Watch, que monitora atividades terroristas, está divulgando os vídeos com legendas em inglês.
Em um dos episódios da série, o diabo explica a outro demônio que ele não poderia fazer os judeus lutar contra Maomé e seus seguidores, porque eles eram protegidos por Alá. Por isso, o coração dos judeus ficaria cheios de medo, que seria um dos enviados divinos.
Outro episódio mostra três judeus conspirando para lutar contra Maomé. O diabo pode ser visto pairando sobre a cabeça dos judeus instigando-os. Um terceiro episódio mostra um personagem explicando a trincheira que Maomé e seu exército cavaram ao norte da cidade de Medina com a ajuda dos Qurayza – tribo judaica que foi aliada do profeta do Islã.

Rivalidade antiga

De acordo com a tradição islâmica, no século VII eles dominavam a cidade de Medina, na atual Arábia Saudita. Na sua luta pelo poder, o profeta fez uma aliança com os judeus. Insatisfeitos com alguns de seus ensinamentos, eles quebraram o pacto.
Maomé os acusou de traição, ordenando que os cerca de 750 homens da tribo Qurayza fossem decapitados e os corpos jogados na grande trincheira que haviam ajudado a cavar. Todos os seus bens foram saqueados e distribuídos entre os muçulmanos. As mulheres e crianças judias foram escravizadas.
O rompimento dessa aliança muçulmana-judaica em Medina é usado como argumento até hoje para os muçulmanos negarem-se a fazer acordos de paz com os judeus.
A campanha da mídia palestina demonizando o Ocidente e as religiões como o cristianismo e o judaísmo, têm como alvo as crianças desde os primeiros anos.Diferentes programas infantis os ensinam a odiar e lutar contra os “inimigos da Palestina”.
No último abril, uma peça infantil, com crianças entre 4 e 7 anos de idade, causou revolta em Israel. O canal de televisão do grupo político-militar Hamas exibiu imagens de um ‘festival cultural’ para telespectadores em Gaza e na Cisjordânia. Nele, meninos e meninas vestindo roupas militares encenam uma preparação para o combate com réplicas de facas, armas, metralhadoras e canhões. O objetivo seria ensinar como deve ser a guerra contra Israel.
Israel é sim definitivamente uma religião de paz porque Israel nunca inicia uma guerra mas Israel é forçado pelas circunstâncias e por provocação a entrar na guerra quando as guerras acontecem.

Deus é justo e ver tudo o que está acontecendo contra a nação de Israel.
Até a ONU está contra a nação de Israel e a ONU tem cometido injustiça comtra a nação de Israel com resoluções contra a nação de Israel.
A nação de Israel quer a paz com seus países vizinhos mas infelizmente os seus países vizinhos não quer a paz porque só pensam em varrer Israel do mapa mundo.
O Irã mesmo deseja destruir a nação de Israel.

Mas o Deus de Israel não abandonou a nação de Israel. O Deus de Israel é o Deus verdadeiro.
As profecias da Bíblia Sagrada estão se cumprindo fielmente.
A palavra de Deus é infalível e imutável e poderosa.
Deus está no controle de tudo tanto no Céu como aqui na Terra.
Deus vive para sempre.
A salvação para todos é mediante a fé no Senhor Jesus Cristo e no seu testemunho.
O Senhor Jesus Cristo é o único e suficiente salvador de toda a humanidade.


Glória a Deus!

sábado, 21 de maio de 2016

O MUNDANISMO E COMO VENCER O MUNDANISMO


O sistema mundano se manifesta na política, religião, mídia (TV), ciência, filosofia e ética? A tabela abaixo exemplifica algumas dessas manifestações. Reproduza-a conforme os recursos disponíveis. Incremente este recurso incluindo ilustrações, reportagens e exemplos extraídos da mídia.


MUNDANISMO
MANIFESTAÇÕES
REFERÊNCIAS

Na política
Corrupção; Legalização de leis anticristãs
Dn 3.10-12; 6.1-9; Et 3-6

Na religião
Sincretismo; Pluralismo religioso; Angelolatria
Jz 2.11-14; 1 Rs 11.6-9; Cl 2.18

Na mídia
Ridicularização da fé cristã; Adultérios; Homossexualidade; A estética acima da essência
2 Tm 3.2-8; 1 Tm 4.7,8; 1 Pe 3.1-6

Na ciência
Materialismo; Evolucionismo
1 Tm 6.20; 2 Tm 3.8; Is 40.10

Na filosofia
Existencialismo; Humanismo; Pós-modernismo
2 Tm 4.3,4; Cl 2.8

Na ética
Relativismo; Pluralismo sexual; Hedonismo
1 Tm 3.4; Jz 21.25; Rm 1.26-32


Mundanismo: Hábitos, cultura e sistema da sociedade rebelada contra Deus.

De nada adianta o título de cristão se a pessoa não demonstra uma vida santa diante de Deus e dos homens. Todo crente precisa separar-se do mundo para viver uma vida totalmente controlada pelo Espírito. Deus é santo, e exige de nós santidade. Ser santo é estar separado das concupiscências desta vida. Satanás, o “príncipe deste século” (Jo 12.31; 1 Jo 5.19), tem disseminado seus maléficos valores através das falsas filosofias, heresias, e da nova moralidade, a fim de embaraçar o crente com as coisas deste mundo, dificultando ou impedindo sua íntima comunhão com Deus. Nesta lição, estudaremos sobre a influência do mundanismo na igreja, e como resistir aos seus apelos.

I. UMA CULTURA MARCADA PELO MUNDANISMO

1. Cultura e os valores mundanos.Segundo os dicionários, cultura é o “conjunto das realizações materiais, filosóficas e espirituais de uma sociedade”. Ela compõe a visão de mundo de um povo, de uma época, e de um grupo social organizado. A cultura e a cosmovisão de uma sociedade não cristã são opostas aos valores ensinados pela Palavra de Deus. Por isso, o cristão deve discernir, julgar, avaliar e confrontar os valores ensinados pela sociedade de nosso tempo com os princípios expostos na Palavra de Deus. Tudo o que for contrário às Escrituras deve ser rejeitado e rechaçado pela Igreja. Charles Colson afirmou que “o nosso chamado não é só para ordenarmos a nossa própria vida por princípios divinos, mas também para exortamos o mundo” (O cristão na cultura de hoje, CPAD, p.10). A Igreja, como luz do mundo, deve levar a sociedade a arrepender-se de seus pecados.
2. A cultura e a Queda. O homem é um ser capaz de produzir cultura. Antes da Queda, os princípios apreendidos e desenvolvidos pelo homem eram subordinados aos padrões morais, éticos e sociais estabelecidos pelo próprio Deus. Portanto, nessa época, a cultura refletia a imagem moral de Deus no homem (Gn 1.27-31; 2.15,16,18-24). Com a entrada do pecado no mundo, não apenas a criação foi afetada, mas também a natureza moral e ética humana. Conseqüentemente, toda a produção intelectual e cultural da humanidade ficou condicionada à desobediência e rebelião contra Deus (Gn 3.17-19,21,23; 4.7,19,23). Uma sociedade dominada pelo pecado, só pode produzir uma cultura contrária aos princípios da Palavra de Deus.
3. O cuidado com as adaptações culturais. Embora sejamos influenciados pela cultura do nosso povo desde o nascimento, a Bíblia adverte-nos do perigo de nos tornarmos “amigos do mundo” (Tg 4.4; 1 Jo 2.15-17). Os princípios registrados nas Sagradas Escrituras são absolutos e, portanto, não podem ser submetidos aos caprichos de uma sociedade permissiva. A Igreja de Cristo não luta apenas contra a cultura e os valores mundanos, mas contra as potestades malignas que gerenciam e promovem a maldade, a licenciosidade, a permissividade, a inversão de valores, a injustiça, entre tantas outras mazelas (Ef 2.2; 6.12). Infelizmente, alguns falsos mestres por meio de seus ensinamentos, têm legitimado muitos costumes pecaminosos na igreja, e há os que são coniventes e se negam a condená-los (2 Pe 2.1-3,10-19; Jd vv.4,16-18).

  A cultura produzida pelo homem após a Queda é mundana e se opõe aos valores bíblicos. Portanto, o cristão deve confrontar os hábitos mundanos com as virtudes ensinadas pelas Escrituras.

II. O MUNDANISMO NA SOCIEDADE

1. Nas leis. Um dos propósitos da lei é regular o relacionamento entre os homens, possibilitando a ordem e o desenvolvimento da sociedade civil. As leis não são maiores que os homens, mas foram constituídas para que seus direitos e deveres sejam respeitados. Atualmente, em nosso país, muitos projetos de lei têm sido apresentados com o objetivo de justificar certos comportamentos contrários à Palavra de Deus, tais como o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o aborto e a utilização de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas.
2. Na educação. A educação secular tem como fundamento o naturalismo, o humanismo, o pluralismo, entre outros “ismos” contrários à Bíblia. Da Educação Infantil ao ensino superior, os valores cristãos são contestados, algumas vezes, ridicularizados, e não poucas, ignorados. As teorias empregadas por algumas instituições são fundamentadas no ateísmo, antropocentrismo e no relativismo moral. Os livros didáticos costumam priorizar o evolucionismo e a autonomia espiritual e moral do homem. Muitas dessas escolas são conhecidas pela excelência e qualidade, entretanto, suas filosofias são contrárias a Palavra de Deus. A prioridade delas não é a formação do caráter segundo os princípios divinos, mas capacitar o educando para o mercado de trabalho, levando-o a ser mais competitivo numa sociedade que prioriza o ter em vez doser.
3. Na família. A estrutura familiar no mundo está em processo de mudança. Nada se parece com o que Deus instituiu no princípio. O que vemos hoje é a banalização do divórcio, a infidelidade conjugal e a possibilidade legal de casais homossexuais adotarem crianças. Isso é um atentado contra os alicerces familiares fixados por Deus.
4. No entretenimento. O lazer e o entretenimento saudáveis, na medida certa, não são prejudiciais à vida espiritual. Porém, as práticas mundanas de diversão, por meio das quais as pessoas praticam toda forma de pecado, constituem um sério problema para a vida social e cristã. Atualmente, o mundanismo corrompeu até mesmo o lúdico e o entretenimento, sendo o divertimento uma ocasião para a bebedeira, a violência, as drogas e a prostituição.

O mundanisno na sociedade é visto nas leis, na educação, na família e no entretenimento.

III. “NÃO AMEIS O MUNDO” (1 Jo 2.15-17)

1. O que significa “amar o mundo”?Amar o mundo é estar em estreita comunhão com ele, dedicando-se aos seus valores, costumes e cultura. Em outras palavras, é ter satisfação nas coisas que desagradam a Deus e ofendem os princípios das Sagradas Escrituras. Esse pernicioso sentimento impede a comunhão do crente com o Senhor (1 Jo 2.15). É impossível amar o mundo e a Deus ao mesmo tempo (Mt 6.24; Lc 16.13; Tg 4.4).
2. Aspectos do mundo pecaminoso.Em 1 João 2.16, a Bíblia descreve três vias que conduzem o crente ao mundanismo:
a) “A concupiscência da carne”: Diz respeito aos desejos impuros, a busca de prazeres pecaminosos, e a satisfação dos sentidos (1 Co 6.18; Fp 3.19; Tg 1.14).
b) “A concupiscência dos olhos”: Refere-se ao desejo incontrolável pelas coisas mundanas que satisfazem à cobiça do homem (Êx 20.17; Rm 7.7). Aqui estão incluídas a pornografia, a violência, a impiedade e a imoralidade promovidas pelo teatro, televisão, cinema e em certos periódicos (Gn 3.6; Js 7.21; 2 Sm 11.2; Mt 5.28).
c) “A soberba da vida”: Diz respeito ao orgulho do homem pecador que não reconhece o senhorio de Deus. Tal pessoa procura exaltar, glorificar e promover a si mesma, julgando-se independente de tudo e de todos (Tg 4.16).
 As três vias que conduzem o homem ao mundanismo são: concupiscência da carne e dos olhos, e a soberba da vida.

IV. “NÃO VOS CONFORMEIS COM ESTE MUNDO” (Rm 12.2)

1. O que é conformar? O verbo “conformar”, no original, significa “ser modelado de acordo com um padrão” e refere-se à constante imitação de uma atitude ou conduta até que a pessoa se torne igual ao modelo. Neste versículo, a Bíblia ensina que o crente deve resistir, combater e não imitar os padrões de comportamento, a cultura e os valores mundanos, pois a igreja não é apenas separada do mundo, mas consagrada a Deus. Seu comportamento reflete a vontade e a natureza de Deus para a humanidade.
2. “Mas transformai-vos...”. Na Bíblia, a mente renovada é fruto da atuação do Espírito Santo (2 Co 3.18; Tt 3.5). O crente de “mente renovada” pelo Espírito é capaz de discernir a perfeita e agradável vontade de Deus para a vida diária. Ele não se confunde e não se molda aos padrões e valores mundanos, pelo contrário, sabe o que agrada ou não a Deus. Neste texto, a razão iluminada pelo Espírito sobrepõe-se às emoções e inclinações naturais. O processo de renovação do entendimento do crente deve ser contínuo e pessoal.

 O processo de renovação do entendimento do crente deve ser contínuo e pessoal.

 O crente que busca uma vida santa não pode se conformar com as coisas deste mundo. Observemos que as concupiscências estão associadas à falta de conhecimento legítimo do que é útil, real e necessário para se ter uma vida que agrada a Deus. Só cai em concupiscência quem perdeu a visão do Reino de Deus, e fixou seu olhar nas ilusões passageiras desse mundo.
 “O modelo transformacional de Paulo
[...] Na visita de Paulo a Listra (At 14), vemos como a cultura helenística dos seus dias tinha sido divinizada. A cultura em si tornou-se um deus com seu próprio seguimento de culto. Depois da cura milagrosa de um aleijado, as multidões estavam certas de que Paulo e Barnabé eram realmente os deuses gregos Hermes e Zeus. O sacerdote do templo de Zeus apressou-se em sacrificar bois e guirlandas àqueles homens que fizeram milagres divinos. As multidões interpretaram o que lhes era maravilhoso e tentaram enfiá-lo em sua cosmovisão cultural-religiosa. Paulo e Barnabé corrigiram o engano, mas só a duras penas, mostrando-nos assim outra abordagem à cultura popular. Esta abordagem chama-se redentora ou transformacional. Está arraigada no mandamento cultural de Gênesis e floresce na obra do apóstolo Paulo”.
(PALMER, M. D. (org.) Panorama do pensamento cristão. RJ: CPAD, 2001, pp. 406-7.)
A atuação maligna na pós-modernidade diferencia-se da forma violenta como os cristãos do período greco-romano foram perseguidos ou da inquisição atroz. As estratégias estão mais sutis, difíceis de serem detectadas, e não pretendem aniquilar o Cristianismo, mas impedir o seu avanço, atenuar a sua mensagem, e enfraquecer a identidade cristã.
A mentira está disfarçada de verdade; a verdade está sob suspeita. Os valores morais e bíblicos perdem espaço para a moralidade hedonista e egocêntrica. Não se trata de mera ação humana, mas de nova roupagem para velhos pecados sob a batuta da antiga serpente.

QUE DEUS NOS AJUDE A VENCER A  OS DESEJOS DA CARNE, O MUNDO É O DIABO.

DEUS ESTÁ NO CONTROLE DE TUDO.

GLÓRIA A DEUS
ALELUIA
AMÉM

A VERDADE SOBRE EUTANÁSIA E SUICÍDIO


O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela” (1 Sm 2.6).
 O término da vida provocado pelo homem, sua abordagem pelo crente não deve basear-se em raciocínio, filosofias e justificativas puramente humanas, mas nas Escrituras respeitante ao vasto assunto da vida.
 Gn 2.7
Deus, o Autor da vida

 Gn 7.22
A vida exterminada

  Gn 9.5
Deus requer a vida

 Ex 1.17
Temeram tirar a vida

 Jó 33.4
A inspiração do Todo Poderoso

  Jn 4.3
Pedindo a morte

1 Samuel 2.6; Jó 2.7,9,10; Provérbios 31.6.

1 Samuel 2
6 - O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela.

Jó 2
7 - Então, saiu Satanás da presença do SENHOR e feriu a Jó de uma chaga maligna, desde a planta do pé até ao alto da cabeça.
9 - Então, sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus e morre.
10 - Mas ele lhe disse: Como fala qualquer doida, assim falas tu; receberemos o bem de Deus e não receberíamos o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios.

Provérbios 31
6 - Dai bebida forte aos que perecem, e o vinho, aos amargosos de espírito.

Inicie a aula refletindo com seus alunos sobre a importância da vida. Leve-os a ver que cada dia que nasce é uma oportunidade de Deus para que vivamos melhor. Se transgredimos é uma chance para corrigirmos o erro, se não, é uma ocasião favorável para reafirmarmos a confiança na providência divina. Peça-lhes para descrever o que considerariam uma situação limite. Conscientize-os de que também nos momentos extremos da vida temos oportunidade de reafirmar a fé e a crença nas promessas registradas na Palavra de Deus. Não transforme sua aula em momentos de morbidez. Celebre a vida (Salmo 118.24).

  • Reconheça que a eutanásia é um crime contra a vontade de Deus explícita no Decálogo.
  • Somente Deus tem o direito de dar a vida e de tornar a tirá-la.
  • Respeite seu corpo como propriedade de Deus.
A vida é dom de Deus concedido ao homem. Toda concessão continua sendo de domínio do seu proprietário. Assim, não é da competência deste homem decidir o momento em que sua vida, ou de quem quer que seja deva ser extinta. O conceito de misericórdia aplicado à eutanásia é equivocado, pois o exercício daquela implica em prestar socorro até às últimas consequências, e isto não inclui tirar a vida com a pretensa justificativa de estar aliviando o sofrimento de alguém. Quanto ao suicídio, é um ato de extrema covardia. O ser humano sentindo-se incapaz de lidar com suas próprias limitações busca refúgio na morte. Não seria mais fácil permanecer vivo e admitir que fracassou? Qualquer forma de morte induzida é a legitimação de desistência da vida e, por extensão, da fé e da crença nos valores eternos.
Um crente em Jesus está na UTI, e os médicos concluem que não há mais solução para sua doença. Todos os esforços serão inúteis. O que fazer? Continuar com o tratamento custoso? Desligar os aparelhos? Muitos têm recorrido ao suicídio, como se fosse uma porta de emergência para escapar da dor. O que podemos dizer como cristãos acerca disso?
1. O que significa? A palavra “eutanásia” vem de dois termos gregos:eu, com significado de “boa” e thánatos, que significa “morte”. Do que resulta o termo eutanásia, sugerindo a ideia de “boa morte”. Tal conceito é aplicado aos casos em que o médico, usando meios a seu dispor, leva o paciente à “morte misericordiosa”, pondo fim ao seu sofrimento.
2. A eutanásia ativa. É aquela em que o médico, a pedido do paciente, ou de familiares, através da aplicação de algum tipo de agente (substância, medicamento, etc.) leva o doente à morte, evitando o seu sofrimento. Há quem defenda essa prática, sob o argumento de que “não se deve manter artificialmente a vida subumana ou pós-humana vegetativa”, e que se deve evitar o sofrimento dos pacientes desenganados, com moléstias prolongadas tais como câncer, AIDS e outras.
3. O posicionamento bíblico.
a) “Não matarás”. A Bíblia diz: “Não matarás...” (Êx 20.13). Daí, a ação do médico, tirando a vida do paciente, equiparar-se a um assassinato, a um homicídio. “Tradicionalmente, se reconhece que a eutanásia é um crime contra a vontade de Deus, expressa no decálogo, e contra o direito de vida de todos os seres humanos”. Lemos em 1 Sm 2.6: “O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela”. A vida do homem não lhe pertence. Recebeu-a para administrar e deve fazê-lo como bom administrador ou mordomo, a fim de, no futuro, prestar contas ao seu legítimo dono, Deus.
b) Há a possibilidade do milagre. E se Deus quiser realizar um milagre? A fé passa por cima de todas as impossibilidades. “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que não se veem. Porque, por ela, os antigos alcançaram testemunho” (Hebreus 11.1,2). Certamente, o Juramento de Hipócrates, proclamado pelos médicos, deve ser considerado, prescrevendo que os mesmos não devem “dar remédio letal a quem quer que o peça, tampouco... fazer alguma alusão a respeito”.
O argumento em favor da eutanásia, alegando que deixar alguém sofrendo sem a mínima perspectiva de sobrevivência é menos moral do que acelerar a morte para tal pessoa, é humano e não tem base bíblica. “Matar por misericórdia”, mesmo com consentimento de quem está sofrendo, não é moralmente correto, e tal pedido equivale ao suicídio. Assim, quem pratica esse tipo de eutanásia é cúmplice de suicídio. A vida é santa em si e em sua finalidade. Somente Deus pode e tem o direito de dar a vida e de tornar a tirá-la. O nosso dever é aliviar o sofrimento das pessoas por outros métodos e não tirando-lhes a vida.
Ao contrário, devemos envidar todo esforço na tentativa de sua cura, seja por medicamentos, seja pela oração da fé “...e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tiago 5.15,16).

1. O suicídio na Bíblia. Nas Escrituras, encontramos o registro de alguns casos de suicídio. Em todos eles, vemos que seus protagonistas foram pessoas que deixaram de lado a voz do Senhor, e desobedeceram à sua Palavra:
a) O exemplo de Saul. Foi um rei fracassado, que deixou o Senhor, e foi em busca de uma médium espírita (cf. 1 Sm 28.1-19; 31.1-4; 1 Cr 10.13,14).
b) O exemplo de Aitofel. Foi um conselheiro de Absalão, orgulhoso, que se matou por ver que sua palavra fora suplantada por outro. (2 Sm 17.23).
c) O exemplo de Zinri. Um rei sem qualquer temor de Deus, que usurpou o trono por traição e matança, e que por fim se matou, quando se viu derrotado pelo exército inimigo (1 Rs 16.18,19).
d) O exemplo de Judas Iscariotes. Após trair Jesus, foi dominado por um profundo remorso, e, ao invés de pedir perdão ao Senhor, foi-se enforcar.
2. O caso de Sansão. Ele caiu nos braços de uma prostituta, chamada Dalila (Jz 14.3; 16.11). Traído por ela, foi levado ao cárcere. Numa festa ao deus Dagon, foi apresentado como troféu, e fez o templo desmoronar sobre ele e seus inimigos.
Há quem cite o caso de Sansão (Jz 16.30) como exemplo de suicídio aprovado por Deus. Quem pensa assim desconhece toda a história de Sansão e sua era teocrática. Há casos em que uma pessoa morre, sacrificando-se por outra ou por outras. Um bombeiro entra no fogo e salva várias pessoas, mas ele morre; um soldado lança-se sobre uma granada, impedindo que muitos companheiros pereçam. Isso não é suicídio. É sacrifício. Ver o caso da rainha Ester (Ef 4.11-15).
3. Sugestão de uma esposa sem fé. A mulher de Jó sugeriu, diante de seu sofrimento, que ele amaldiçoasse a Deus e morresse (se suicidasse). Ele, porém, não aceitou tal ideia, e de modo resignado, confiou integralmente no Senhor.
4. O posicionamento cristão. A vida é sagrada e somente Deus pode dar e tirar a vida. Moisés pediu a Deus que tirasse a sua vida (Nm 11.15). O profeta Elias também fez o mesmo pedido (1 Rs 19.4) e da mesma forma o profeta Jonas (Jn 4.3). Deus não atendeu a nenhum desses pedidos. Isso mostra que a vida pertence a Deus e não a nós mesmos. Deus sabe a hora em que a vida humana deve cessar, e Ele é o soberano de toda a existência.
As Sagradas Escrituras condenam o suicídio pelos seguintes motivos:
a) É assassinato de um ser feito à imagem de Deus (Gn 1.17; Êx 20.13; Jo 10.10);
b) Devemos amar a nós mesmos (Mt 22.39; Ef 5.29);
c) É falta de confiança no Deus, visto que Ele pode nos ajudar (Rm 8.38,39);
d) Devemos lançar as nossas ansiedades sobre o Senhor, e não na morte (1 Jo 1.7; 1 Pe 5.7).
O ser humano deve respeitar seu corpo como propriedade de Deus. Por isso, não compete ao homem tirar a sua vida. Ao contrário, tudo ele deverá fazer para protegê-la.


Espero que estes subsídios contribuam para uma reflexão mais aprofundada dos assuntos estudados, na busca de respostas mais consistentes em relação aos problemas éticos que são verdadeiros desafios à igreja do Senhor, principalmente no início de um novo milênio, quando os mais diversos e inusitados questionamentos inquietam os servos de Deus.
 Acatar: Aceitar, seguir; obedecer, cumprir; olhar atentamente.
Compactuar: Pactuar juntamente com outrem; transigir.
Compassivo: Que tem ou revela compaixão; condolente.
Compatível: Que pode coexistir; conciliável, harmonizável.
Custoso: Que custa muito dinheiro; árduo, difícil, trabalhoso.
Deliberada: Decida, assentada; examinada.
Irreversível: Não reversível, que não pode voltar ao estado anterior.
Letal: Que produz a morte; mortal, mortífero, fatal; lúgubre.
Médium: Segundo o Espiritismo, suposto intermediário entre os vivos e a alma dos mortos.
Patológico: Relativo à patologia, ramo da medicina que se ocupa da natureza e das modificações estruturais e/ou funcionais produzidas pela doença no organismo.
Protagonista: Figurativamente, pessoa que desempenha ou ocupa o primeiro lugar num acontecimento.
Resignado: Que sofre com resignação; que não lamenta a sua sorte.
 1. Que significa eutanásia?
R. “Boa morte”.

2. Qual a posição da Bíblia em relação a Eutanásia?
R. A eutanásia é um crime contra a vontade de Deus. A Palavra de Deus diz: “Não matarás”.

3. Que significa o suicídio?
R. Matar a si mesmo.

4. O que há de comum nas pessoas que cometeram suicídio, de acordo com a Bíblia?
R. Todas elas foram pessoas que deixaram de lado a voz do Senhor, e desobedeceram à sua Palavra.

5. Por quais motivos a Bíblia condena o suicídio?
R. E um assassinato de um ser feito à imagem de Deus; devemos amar a nós mesmos; é falta de confiança em Deus; devemos lançar nossas ansiedades sobre o Senhor.
 “O compromisso cristão com a vida não pode ser tratado como um ‘caso amoroso com o feto’, segundo a acusação de alguns críticos, ou como um desejo de impor a moralidade repressiva vitoriana. Ao invés disso, o crente é dirigido por uma convicção, baseada na revelação bíblica, sobre a natureza das origens do homem e o valor da vida humana. Por isso, diante de um soldado mutilado brigando pela vida, o Dr. Kenneth Swan não consultou nenhum livro de ética ou discussão de princípios abstratos. Tendo sido criado numa cultura saturada pela tradição judaico-cristã de que a vida humana tem valor intrínseco, porque foi criada à imagem e semelhança de Deus, ele simplesmente fez o que naturalmente lhe ocorreu. O médico salvou a vida do soldado.
Porém, o que antes fora a cultura de vida, está sendo hoje tomado pelo que um grande líder cristão chamou de ‘cultura de morte’ construída sobre a ética naturalista que está afetando grandemente toda a sociedade, desde o não nascido ao velho e enfermo, desde o deformado e incapacitado ao fraco e indefeso. De forma insensata buscando sua própria lógica, essa cultura de morte nega que a espécie humana é superior a todas as outras espécies biológicas, e termina com a ameaça à vida em cada estágio. Tal conceito tanto progrediu que a eutanásia é hoje um direito protegido pela constituição de um estado americano, financiada pelo programa de assistência médica, e o infanticídio está sendo defendido por respeitados acadêmicos e cientistas, tudo sem quase nenhum murmúrio de indignação pública ou discordância” (E Agora, Como Viveremos? CPAD, p.152).
“Os direitos pertencem somente às pessoas; assim, se alguém pode ser reduzido a uma não pessoa, então não tem direito nenhum. Peter Singer, recentemente indicado como professor de Bioética, em Princenton, defende de forma aberta a permissão dos pais matarem bebês deficientes, com base de que estes não são ‘pessoas’ até que sejam racionais e autoconscientes. Como não pessoas, diz ele, são ‘substituíveis’, à semelhança de galinhas ou de outra criação. Singer não para por aí. Ele continua a defender a morte de pessoas incapazes, de qualquer idade, se seus familiares decidirem que suas vidas ‘não valem a pena ser vividas’ — Este é o tipo indizivelmente desumano de ética que alunos em algumas das mais privilegiadas escolas dos EUA estão aprendendo hoje. E o que acontecerá quando essa elite de estudantes chegar a posição de poder?” 

Só Deus é o dono da vida.